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	<title>Stillolivre</title>
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	<description>Assessoria em Turismo e Informática</description>
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		<title>Facebook equivale a 3 em cada 4 minutos passados online em redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 13:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; 2012 vai ser o ano das redes sociais, com sites que chegam a 1,2 bilhão de usuários, 82% da população online do mundo. Um relatório recente afasta qualquer dúvida sobre a influência do Facebook, Twitter, LinkedIn e outras redes sociais com a revelação de que esses sites contam por quase 1 em cada 5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-452 aligncenter" title="Tempo gasto internet facebook" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/12/tempo-gasto-internet-facebook.jpg" alt="" width="491" height="421" />2012 vai ser o ano das <strong>redes sociais</strong>, com sites que chegam a <strong>1,2 bilhão de usuários</strong>, <strong>82% da população online do mundo</strong>.</p>
<p>Um relatório recente afasta qualquer dúvida sobre a influência do  Facebook, Twitter, LinkedIn e outras redes sociais com a revelação de  que esses sites contam por quase 1 em cada 5 minutos online.</p>
<p>Segundo o relatório, o Facebook alcança mais da metade da audiência  global do mundo (55%), sendo responsável por aproximadamente 3 em cada 4  minutos gastos em sites de redes sociais e 1 em cada 7 minutos gastos  online em todo o mundo.</p>
<p>Seu domínio no mundo é muito grande, com apenas sete países onde não  tem a maior audiência nesta categoria: Brasil, Japão, Polônia, Rússia,  Coreia do Sul, Vietnã e China (sendo que alguns desses países bloqueiam o  site).</p>
<p>Junto com o Facebook, o Twitter é uma força a ser contada que atinge 1  em cada 10 utilizadores da internet em todo o mundo, se classificando  entre as redes sociais mais tops, com uma taxa de crescimento  impressionante de 59% em relação ao ano passado. Seu equivalente chinês,  Sina Weibo, apresentou o maior crescimento (181%) desde outubro de  2010.</p>
<p>O relatório também mostra o alcance das redes sociais em diferentes  grupos etários, e revela que o grupo com o maior ganho é o de 55 anos,  com quase 80% conectados a esses sites, em comparação com um pouco mais  de 70% em julho de 2010.</p>
<p>Ainda assim, os mais jovens ainda tendem a gastar mais tempo na mídia  social, com mulheres de 15 a 24 anos gastando 8,6 horas em média (1,1  horas a mais do que seus colegas do sexo masculino) na internet.</p>
<p>E mais pessoas estão usando seus celulares para navegar nesses sites.  As duas principais atividades são ler as mensagens de amigos pessoais e  atualizar status.</p>
<p>O Google + é mencionado no relatório como um “disruptor” potencial  para a ordem mundial de rede social, com seus 65 milhões de visitantes  globais, ou 5% da audiência global de redes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[MSNBC]</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/facebook-equivale-a-3-em-cada-4-minutos-passados-online-em-redes-sociais&via=stillolivre&text=Facebook equivale a 3 em cada 4 minutos passados online em redes sociais&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>72% das empresas proíbem o acesso ao Facebook, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 00:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita pelo Kaspersky Lab mostra que a maioria das empresas bloqueiam completamente o acesso às redes sociais na rede corporativa. O acesso ao Facebook e Orkut é completamente bloqueado em 53% das empresas que participaram da pesquisa, outros 19% proíbem parciamente esta atividade. O estudo ouviu companhias em 20 países diferentes. A análise mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-424 alignleft" title="Facebook" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Facebook_Logo_F_13-150x150.png" alt="" width="150" height="150" />Uma pesquisa feita pelo <strong>Kaspersky Lab</strong> mostra que a maioria das  empresas bloqueiam completamente o acesso às redes sociais na rede  corporativa.</p>
<p>O acesso ao <strong>Facebook</strong> e <strong>Orkut</strong> é completamente bloqueado em 53%  das empresas que participaram da pesquisa, outros 19% proíbem  parciamente esta atividade. O estudo ouviu companhias em 20 países  diferentes.<span id="more-449"></span></p>
<p>A análise mostra que as redes sociais são a segunda tecnologia mais  proibida pelas companhias, perdendo apenas para os programas de  compartilhamento de arquivos (P2P).</p>
<p>A pesquisa &#8220;Riscos Globais de Segurança em TI&#8221; , feita em  parceria com a B2B Internacional, acompanhou as atividades que  frequentemente são bloqueadas nas empresas.</p>
<p>A lista ainda cita outros comportamentos vetados, como jogar  online, acessar a determinados sites, fazer streaming de vídeos e usar  softwares de mensagens instantâneas.</p>
<p>Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas  pelos empregados, as redes sociais foram citadas por 35% das empresas. O  principal motivo do bloqueio destas atividades, segundo a Kaspersky,  seria a segurança dos dados empresariais e também a produtividade dos  funcionários.</p>
<p>Segundo a empresa de segurança, devido a popularidade e as vulnerabilidades emergentes em redes sociais, estes sites tornaram-se um dos principais canais de distribuição de programas maliciosos.</p>
<p>[INFO]</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/72-das-empresas-proibem-o-acesso-ao-facebook-diz-pesquisa&via=stillolivre&text=72% das empresas proíbem o acesso ao Facebook, diz pesquisa&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como serão os smartphones em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 16:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O celular do futuro terá processadores quad-core, NFC e telas incríveis &#8211; mas ainda não conseguirá sobreviver muito tempo longe da tomada. Desde o advento do primeiro smartphone moderno (o iPhone original, apresentado em 2007), o poder desses dispositivos de computação móvel que, por coincidência, também fazem ligações, decolou de maneira impressionante. Processadores fracos deram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="size-thumbnail wp-image-445 alignleft" title="Iphone Concept - Isamu Sanada" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/isamu_sanada_iphone_concept_1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" />O celular do futuro terá processadores  quad-core, NFC e telas incríveis &#8211; mas ainda não conseguirá sobreviver  muito tempo longe da tomada.</h3>
<div>
<p>Desde o advento do primeiro smartphone moderno (o iPhone original,  apresentado em 2007), o poder desses dispositivos de computação móvel  que, por coincidência, também fazem ligações, decolou de maneira  impressionante. Processadores fracos deram lugar a poderosos quad-cores,  as câmeras desses aparelhos são tão capazes quanto muitas <em>point-and-shoots</em> do mercado e a resolução da tela desses celulares excede os limites do olho humano ao distinguir pixels separados.</p>
<p>Mas isso não significa que não exista mais espaço para inovações em  2012. Separamos alguns tópicos que devem ser explorados pelos  fabricantes nos modelos dos próximos anos:</p>
<p><span id="more-444"></span></p>
<p><strong>Chegada dos processadores quad-core<br />
</strong>Como 2011 foi o ano dos dual-cores, próximo trará os processadores quad-core para os smartphones. O Nvidia Tegra 3 promete ser até cinco vezes mais rápido do que seu antecessor, o Tegra  2, que foi apresentado este ano. Enquanto isso, a Qualcomm planeja  lançar o Snapdragon, com velocidade de até 2.5GHz, e o Adreno, procesasdor quad-core voltado para Games</p>
<p><strong>Surge o NFC<br />
</strong>Near-field Communication (ou  comunicação por proximidade) é a tecnologia que permite que o usuárioa  proxime o celular em um dispositivo, que funciona como uma máquina de  cartão de crédito (o método é a mesmo utilizado pelo Bilhete Único, em  São Paulo). Para que isso aconteça, as fabricantes de dispositivos e as  operadoras precisam inserir capacidades de NFC nos aparelhos para  permitir as transações, e as companhias de cartão de crédito precisam  criar maneiras de gerenciar a movimentações e as lojas adquirirem  equipamentos compatíveis com a tecnologia. A partir do ano que vem, as  coisas devem começar a andar mais rapidamente.</p>
<p>O Google Wallet foi o tiro de partida desse segmento, porém deverá enfrentar forte  competição em 2012. As operadoras estrangeiras desenvolveram um plano de  pagamento próprio via NFC, chamado<a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/11/16/operadoras-de-telefonia-movel-dos-eua-unem-se-para-uma-nova-201ccarteira-digital201d"> </a>Isis,  e há rumores de que a Apple deve equipar os futuros iPhones com a  tecnologia; a o BlackBerry Bold 9900 da RIM, por exemplo, já conta com  NFC integrado. Não espere que isso vá matar os cartões de crétdito no  ano que vem, mas espere esse método de pagamento se tornar muito mais  popular entre os clientes.</p>
<p><strong>Telas com resolução 720p: um padrão<br />
</strong>O Samsung Galaxy Nexus e o HTC Rezound estão entre os primeiros smartphones a apresentar telas  com resolução de 720p (1280&#215;720 pixels). Ano que vem, essa configuração  se tornará padrão para os smartphones de alto padrão, e os fabricantes  terão que quebrar a cabeça para encontrar maneiras de colocar essa  quantidade de pixels em telas menores do que o visor de 4.3 polegadas do  Rezound, por exemplo. O resultado deve ser belíssimas telas, nas quais  será impossível enxergar os pixels separadamente.</p>
<p><strong>LTE em toda parte<br />
</strong>O ano de 2011 foi experimental  para o 4G LTE, que oferece um ganho de velocidade grande em relação às  redes 3G. Apesar da Verizon ser pioneira nesse tipo de conexão, os  primeiros smarphones LTE oferecidos pela prestadora &#8211; o HTC ThunderBolt e  o Samsung Droid Charg &#8211; tinham especificações técnicas inferiores, e  mesmo os aparelhos mais novos consumiam bateria de forma exagerada  quando o LTE era ligado. Lá fora, a AT&amp;T está largando apenas agora,  e a Sprint deve aparecer nesse cenário no início de 2012, logo, em  determinado momento, o LTE se tornará comum entre os smarphones mais  modernos. Vamos esperar que os fabricantes e operadores possam encontrar  meios de evitar as perdas expressivas de bateria.</p>
<p><strong>Vamos falar com celulares<br />
</strong>Acompanhando o lançamento do Siri no iPhone 4S,  não há dúvidas que o Google e a Microsoft não comecem a apresentar  opções de controle por voz em suas plataformas móveis.  Como existe uma  chance mínima de que a Apple abra o assistente pessoal para aplicativos  terceirizados em 2012, é mais provável é que a companhia expanda a  funcionalidade do recurso e apresente outras novidades até o fim do ano.</p>
<p><strong>Muito mais, pagando menos<br />
</strong>Ao mesmo tempo que a  tecnologia de ponta avança, o mesmo acontece com equipamentos médios.  Nos EUA, por exemplo, o iPhone 3GS pode ser adquirido gratuitamente, a  partir de um contrato de dois anos com a AT&amp;T; sendo assim, haverá  uma competição acirrada na margem de 0 a 50 dólares, e não apenas com a  plataforma do Google, mas também com Windows Phones também. O próprio  Steve Ballmer, CEO da Microsoft, previu que “os celulares mais baratos  serão os com Android, e temos que procurar maneiras de reduzir o preço  de nossos aparelhos”.</p>
<p><strong>A batalha pelo celular pré-pago vai esquentar<br />
</strong>Mesmo  que a luta pela superioridade dos smatphones envolva principalmente as  maiores operadoras, um embate separado está começando a se intensificar  no front dos “aparelhos sem contrato”. No exterior, a partir da Virgin  Mobile e a T-Mobile, há ótimos aparelhos Android que podem ser  adquiridos a taxas de 35 e 30 dólares por mês, respectivamente. O  Motorola Triumph e o Samsung Exhibit II 4G  devem entrar em guerra a  partir do ano que vem, colocando essas suas operadoras pré-pagas em  embate furioso.</p>
<p><strong>Realidade aumentada<br />
</strong>Este é outro recurso que<a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/07/13/por-que-a-realidade-aumentada-nao-decolou-nos-smartphones"> </a>foi visto muito pouco em alguns apps,  entretanto Ramon T. Lamas do IDC aposta que essa ferramenta terá forte  presença no futuro, fazendo parte do dia a dia dos celurares do futuro, e  não limitada apenas a aplicativos como o<a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/01/11/google-lanca-versao-1-3-do-goggles"> </a>Google Goggles ou o navegador Layar.</p>
<p>Já encontramos um pouco dessa abordagem como a busca visual do Bing,  que é integrada à plataforma do Windows Phone 7. Caso você esteja  viajando ou apenas explorando sua cidade, por exemplo, é possível  apontar o celular para os arredores e fazer com o que aplicativo mostre  uma camada que indica quais são os pontos turísticos próximos.</p>
<p><strong>Bateria: sem muitas novidades<br />
</strong>Enquanto que os  smarphones continuarão a melhorar de maneira notável em relação a poder  de processamento, a vida útil de bateria verá pouco progresso. Os  maiores avanços tecnológicos  que poderiam manter os usuários longe das  tomadas por mais de um dia ainda estão nos laboratórios, sendo assim a  única esperança para a bateria depende da otimização. Os processadores  quad-core Tegra 3 da Nividia, por exemplo, possuem um quinto núcleo  escondido, que consome uma quantidade muito pequena de bateria e cuida  de tarefas básicas, enquanto que o Motorola Droid Razr pode desligar  funções de alto consumo de bateria para conservar a carga. Por enquanto  pelo menos, uma bateria de 24 horas continua um sonho distante.</p>
<p>[IDG Now!]</p>
</div>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/como-serao-os-smartphones-em-2012&via=stillolivre&text=Como serão os smartphones em 2012&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil torna-se terceiro em número de internautas no mundo, diz Ibope</title>
		<link>http://www.stillolivre.com.br/brasil-torna-se-terceiro-em-numero-de-internautas-no-mundo-diz-ibope</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 21:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil registrou 46,3 milhões de usuários ativos em casa ou no trabalho no último mês de setembro, de acordo com um novo estudo do Ibope Nielsen Online. Com esse resultado, o país teve crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2010 e superou pela primeira vez a Alemanha em número de internautas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-439 alignleft" title="Grafico de crescimento" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/11/graph-up-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />O Brasil registrou <strong>46,3 milhões</strong> de usuários ativos em casa ou no  trabalho no último mês de setembro, de acordo com um novo estudo do  Ibope Nielsen Online. Com esse resultado, o país teve <strong>crescimento de 14%</strong> em relação ao mesmo período de 2010 e superou pela primeira vez a  Alemanha em número de internautas, ficando em terceiro lugar no ranking  mundial deste ano.</p>
<p>No ano passado, o Brasil já havia superado a França e o Reino Unido  nessa categoria. O maior crescimento entre os usuários ativos no Brasil  acontece nas residências, que tiveram alta de 37% entre setembro de 2009  e 2011. Os Estados Unidos continuam em primeiro no ranking de 2011, com  203 milhões de internautas em setembro, sendo seguidos de longe pelo  Japão, que registrou 62 milhões de usuário ativos no mês passado.<span id="more-437"></span></p>
<p>O levantamento também descobriu que o Brasil atingiu um total de 77,8  milhões de brasileiros com acesso a web em qualquer ambiente (casas,  trabalho, escolas, lan houses, entre outros lugares) no segundo  trimestre deste ano.</p>
<p>Outro crescimento apontado pelo instituto diz respeito ao número de  brasileiros que vivem em casas com computadores que possuem acesso a  Internet. Esse número subiu de 48 milhões em 2010 para 58 milhões de  pessoas no último trimestre – o maior crescimento anual da última  década.</p>
<p><strong>Velocidade da Internet</strong></p>
<p>Por fim, o país registrou aumento no número de usuários ativos em  residências (que passam dos 31 milhões) com conexões mais rápidas que  512 kbps. Segundo a pesquisa, a porcentagem desses internautas subiu de  61% para 77,8% em setembro de 2011. Já os usuários com velocidades entre  2Mbps e 8Mbps tiveram crescimento ainda maior, indo de 12,1% para  21,3%.</p>
<p>[IDG Now!]</p>
</div>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/brasil-torna-se-terceiro-em-numero-de-internautas-no-mundo-diz-ibope&via=stillolivre&text=Brasil torna-se terceiro em número de internautas no mundo, diz Ibope&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>Google Chrome será o navegador mais usado da internet em 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 21:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chrome]]></category>
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		<description><![CDATA[Se o Chrome mantiver seu rápido ritmo de crescimento, o navegador da Google se tornará o mais usado do mundo em setembro de 2012, acabando com 15 anos de liderança do Internet Explorer, da Microsoft. Segundo dados da consultoria StatCounter, a participação de mercado do Chrome cresceu 50% só este ano, atingindo fatia de 23,6% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-431" title="Chrome" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/10/chrome-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Se o <span style="color: #ff0000;">Chrome</span> mantiver seu rápido ritmo de crescimento, o navegador da  <strong>Google</strong> se tornará o mais usado do mundo em setembro de <strong>2012</strong>, acabando  com 15 anos de liderança do <span style="color: #ff0000;">Internet Explorer</span>, da <strong>Microsoft</strong>. Segundo  dados da consultoria StatCounter, a participação de mercado do Chrome  cresceu 50% só este ano, atingindo fatia de 23,6% da base de  internautas. Os dados mostram que até dezembro deste ano o software da  Google ultrapassará o segundo colocado, <span style="color: #ff0000;">Firefox</span>, que hoje tem 26.8%.</p>
<p>Enquanto o Chrome cresce, Firefox e IE perdem participação de  mercado de acordo com os números da StatCounter. Ambos os programas  perderam quatro pontos percentuais de participação no ano. O software da  Microsoft, líder de mercado desde 1998, ainda detém 41,7% dos usuários.<span id="more-430"></span></p>
<p>Depois de ter matado o rival Netscape, o IE chegou a alcançar 98%  do mercado. Mas hoje sua participação é a mais baixa desde 1997.</p>
<p>Roubar da Microsoft o posto de browser mais usado da internet  tornou-se um desafio para a companhia de Larry Page e Sergey Brin. No  Brasil, especificamente, a Google veiculou esta semana um comercial de  televisão pela primeira vez &#8211; e para divulgar o Chrome.</p>
<p>Como disse ao GLOBO Esteban Walther, diretor de Marketing da  Google para América Latina, o objetivo é mostrar que o Chrome é uma  porta de entrada para a internet.</p>
<p>- Fizemos o comercial para atingir um público que não está  on-line. O filme feito no Brasil mostra como uma menina contou com a  ajuda da internet para achar o dono de um cachorro, que estava perdido. O  outro comercial é uma versão americana (que mostra o pai registrando o  crescimento da filha). Para 2012, vamos ter novidades &#8211; adiantou  Walther.</p>
<p>O Chrome foi criado em setembro de 2007.</p>
<div>[O Globo]</div>
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		<title>Facebook supera Orkut no Brasil</title>
		<link>http://www.stillolivre.com.br/facebook-supera-orkut-no-brasil</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 12:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Facebook teria fechado o mês de agosto com 30 milhões de usuários no Brasil – um milhão a mais que o concorrente Orkut, rede social do Google e líder do segmento no Brasil há sete anos. Os números foram divulgados pela revista IstoÉ Dinheiro e atribuídos à empresa Ibope Nielsen. Procurado, o Ibope informou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-424" title="Facebook" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Facebook_Logo_F_13-150x150.png" alt="" width="150" height="150" />O Facebook teria fechado o mês de agosto com 30 milhões de usuários  no Brasil – um milhão a mais que o concorrente Orkut, rede social do  Google e líder do segmento no Brasil há sete anos.</p>
<p>Os números foram divulgados pela revista <strong>IstoÉ Dinheiro </strong>e  atribuídos à empresa Ibope Nielsen. Procurado, o Ibope informou que  somente repassa os números às empresas contratantes do serviço.</p>
<p>O fato é que o Facebook tem tido crescimento exponencial no Brasil,  duplicando de tamanho a cada seis meses. No dia 18 do mês passado,  quando oficializou a abertura de seu escritório no Brasil, o  vice-presidente do Facebook para América Latina, confirmou que a rede  social contava com <strong>25 milhões de usuários no país</strong> – 5 milhões a menos do que o informado pela revista.</p>
<p>Em agosto do ano passado, a site contava com 10 milhões de  usuários, segundo o diretor de crescimento internacional do Facebook,  Javier Olivan.</p>
<p>No mundo todo, a rede social criada por Mark Zuckerberg, em 2004, supera a marca de <strong>750 milhões de usuários</strong>. Em resposta, o Google foca suas atenções na <strong>Plus</strong>, nova tentativa da empresa de adentrar o mercado das redes sociais.</p>
<p>[Info]</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/facebook-supera-orkut-no-brasil&via=stillolivre&text=Facebook supera Orkut no Brasil&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>Seis coisas que podem atrapalhar a sua rede Wi-Fi</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 13:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa. Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-419" title="Wi-Fi" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/09/rede-wi-fi-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa  inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga,  mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda  oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.</p>
<p>Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos  domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e  telefones sem fio afetam o desempenho das redes. Para separar os fatos  da ficção fizemos uma pesquisa e consultamos um especialista no assunto:  Nandan Kalle, gerente da unidade de produtos de rede da fabricante de  roteadores Belkin. Veja o que ele tem a dizer sobre as principais causas  de problemas.<span id="more-418"></span></p>
<p><strong>1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos</strong><br />
“Eu  diria que atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria  das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos”, diz Kalle. O problem é que  a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa  de frequência de 2.4 GHz. “Há basicamente três canais que não se  sobrepõem. Eu sempre os descrevo como uma rodovia de três pistas que é  muito, muito movimentada”, completa.</p>
<p>Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer  roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as  redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o  desempenho e limitando seu alcance.</p>
<p><em>A solução:</em> compre um roteador capaz de operar nos padrões  802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é  necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5  GHz é “quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu  falar”, diz Kalle. “Há muito menos congestionamento”.</p>
<p>Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o  Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks,  especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band.  “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da  rodovia vazia, o que realmente ajuda”, diz Kalle.</p>
<p>É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências  simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma  frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos  mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em  2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.</p>
<p>Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band  802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere  ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009  que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple  Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede  através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o  “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300  Megabits por segundo.</p>
<p><strong>2. Eletrônicos domésticos</strong><br />
Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.</p>
<p>A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas  envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das  babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi.  Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com  redes 802.11g ou 802.11n de canal único.</p>
<p><em>A solução:</em> ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos  que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio:  modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir  nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.</p>
<p><strong>3. Dispositivos Bluetooth</strong><br />
Dispositivos Bluetooth  mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos  últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram  técnicas específicas para minimizar a interferência”, diz Kalle.</p>
<p><em>A solução:</em> “a maioria das pessoas troca seus celulares a  cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth  ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir  com sua rede Wi-Fi”, afirma.</p>
<p><strong>4. Humanos</strong><br />
Se você se lembra das aulas de  ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por  água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a  água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.</p>
<p>“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas  pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um  caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no  laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar  cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica  visivelmente os resultados”, adiciona.</p>
<p>A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.</p>
<p><em>A solução:</em> relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as  pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser  antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.</p>
<p><strong>5. Ajustes de segurança</strong><br />
Em alguns roteadores mais  baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho.  Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança  completamente, ou usar segurança mais fraca.</p>
<p>Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2  substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption  Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para  WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais  robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e  WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não  devem prejudicar o desempenho da rede.</p>
<p><em>A solução:</em> Kalle enfatiza a importância da criptografia do  roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão  fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais  tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar  em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso  possa acelerar um pouco as coisas.</p>
<p><strong>6. Firmware antigo</strong><br />
Por que atualizar o firmware  do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro  novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema,  verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há  bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado  uma solução”, diz Kalle.</p>
<p>Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar  se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter  se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o  comprou.</p>
<p><em>A solução:</em> mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais  antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador  (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas  o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um  aplicativo &#8211; quase que um iTunes &#8211; que avisa quando uma versão mais  recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a  atualização simplesmente pressionando um botão.</p>
<p>Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso,  seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi  doméstica em perfeito funcionamento.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Jeff Bertolucci, PCWorld EUA</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/seis-coisas-que-podem-atrapalhar-a-sua-rede-wi-fi&via=stillolivre&text=Seis coisas que podem atrapalhar a sua rede Wi-Fi&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		<title>5 dicas para usar a galeria de imagens do Twitter a favor de sua empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 21:04:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde segunda-feira (22/8) o Twitter vem exibindo na forma de galeria as imagens carregadas pelo usuário. Isso pode facilmente se tornar mais que um recurso engraçadinho para ter grandes implicações no modo como as empresas se relacionam com clientes e consumidores. Sua empresa tuíta imagens? Se não, é hora de começar. Para isso, você pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_412" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-412 " title="Twitter logo" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/twitter_logo.png" alt="" width="200" height="149" /><p class="wp-caption-text">Exibir fotos de produtos e ações corporativas pode ser o começo de um sólido processo de engajamento de consumidores em torno de sua marca.</p></div>
<p>Desde segunda-feira (22/8) o Twitter vem exibindo na forma de galeria as imagens carregadas pelo usuário. Isso pode facilmente se tornar mais  que um recurso engraçadinho para ter grandes implicações no modo como  as empresas se relacionam com clientes e consumidores.</p>
<p>Sua empresa tuíta imagens? Se não, é hora de começar. Para isso, você  pode usar qualquer app de imagem feito por terceiros. Quando o Twitter  lançar seu próprio serviço, ele irá agregar e exibir tudo que já tiver sido compartilhado.</p>
<p>É novato na prática? Então conheça algumas dicas valiosas sobre como compartilhar imagens pelo Twitter.<span id="more-411"></span></p>
<p><strong>1:: Não faça spam.</strong></p>
<p>Capturar uma imagem de cada produto que sua empresa oferece e  empurrá-la goela abaixo a seus seguidores é uma boa fórmula para deixar  de ser seguido. (Felizmente, você pode apagar as imagens arquivadas nas  novas galerias.)</p>
<p><strong>2:: Divulgue fotos de alta qualidade.</strong></p>
<p>Isso não quer dizer que vá precisar de fotos de alta resolução (as  fotos tiradas com smartphones já são boas), mas procure compartilhar  apenas as imagens que você sentiria orgulho de mostrar a qualquer um &#8211;  afinal, elas estarão agora arquivadas em seu perfil.</p>
<p><strong>3:: Responda.</strong></p>
<p>Muitos empresários têm pouco tempo para dedicar a redes sociais. Com  isso, há uma tendência de compartilhar, mas não de responder. É uma  oportunidade perdida. Mesmo para donos de negócio com pouco tempo  disponível, responder a dúvidas ou preocupações é um jeito poderoso de  fortalecer os relacionamentos existentes e alargar sua influência. Tirar  uma foto para responder a preocupações ou responder a questões sobre  seus produtos vai demonstrar que você está disposto a um esforço extra  de engajamento. E agora esse esforço extra estará arquivado para que  todos o vejam.</p>
<p><strong>4:: Envolva todo mundo.</strong></p>
<p>Sejamos francos, podemos ficar o dia todo no Twitter sem nos dar  conta. Alivie sua carga definindo políticas claras para divulgação de  imagens e outras mensagens e deixe que os funcionários tirem fotos e as  compartilhem em nome da empresa. Mas permaneça envolvido e certifique-se  de que as imagens que saem de sua conta no Twitter estão alinhadas com  os valores da empresa.</p>
<p><strong>5:: Mantenha o diálogo usando suas imagens.</strong></p>
<p>Está projetando um novo sapato? Tire uma foto do protótipo e provoque  sua comunidade para que contribua com opiniões. Leve os comentários a  sério &#8211; eles provavelmente virão dos primeiros a comprar seu produto.  Isso também poderá criar uma narrativa visual atraente por meio das  novas galerias de imagem do Twitter. Assim, por exemplo, os usuários  poderão ver o sapato desde o esboço até o produto final.</p>
<p>A nova galeria de imagens do Twitter não deve ser confundida como um  add-on qualquer. Ela tem o potencial de mudar radicalmente a forma como a  plataforma é usada, tanto por consumidores como por empresas. Afinal de  contas, uma imagem vale mais que mil palavras &#8211; e ela não entra em  nenhuma contagem de caracteres.</p>
</div>
<div>[Ilie Mitaru - IDG Now]</div>
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		<title>Linux , o rei de Wall Street</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 19:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o assunto é o rápido movimento do mercado de ações, bônus e derivativos, trocas financeiras mundiais, o Linux é um aliado, pelo menos de acordo com um dos desenvolvedores do kernel do sistema operacional, componente que faz a integração entre hardware e software. Esta semana, na conferência anual LinuxConem, em Vancouver, Christoph Lameter, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-407" title="Gnu-linux" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Gnu-linux.jpg" alt="" width="150" height="150" />Quando o assunto é o rápido movimento do mercado de ações, bônus e derivativos, trocas financeiras mundiais, o <strong>Linux</strong> é um aliado, pelo menos de acordo com um dos desenvolvedores do kernel  do sistema operacional, componente que faz a integração entre hardware e  software.</p>
<p><span id="more-403"></span></p>
<p>Esta semana, na conferência anual LinuxConem, em Vancouver,  Christoph Lameter, um dos desenvolvedores do kernel do Linux, discutiu  como o sistema se tornou amplamente adotado pelas bolsas de valores, em  negociações informatizadas de ações, títulos, derivativos e outros  instrumentos financeiros em alta velocidade.</p>
<p>Como alternativa ao tradicional Unix, o Linux tornou-se forte player  no mercado financeiro, graças à capacidade do kernel do sistema  operacional em transmitir mensagens de maneira muito rápida, disse  Lameter. Na verdade, o campo emergente de transações de alta frequência  (HFT, na sigla em inglês) não seria possível sem o OS de código aberto,  argumentou.</p>
<p>A maior corretora, a New York Stock Exchange (NYSE) Euronext, roda em  um sistema Linux que pode gerar 1,5 milhão de cotações e processar  250.000 ordens por segundo, oferecendo confirmações de cada transação em  dois milésimos de segundo.</p>
<p>Ainda em 2007, o intercâmbio em Wall Street ainda era em grande parte  executado em Unix. Nos últimos anos, entretanto, o Linux avançou sobre  este mercado.</p>
<p>&#8220;Os ciclos de lançamento com Solaris e AIX eram muito longos -. eram  dois ou três anos entre as atualizações. O Linux conseguiu [fazer as  mudanças necessárias] dentro de, em média, um mês&#8221;, afirmou Lameter.</p>
<p>Corretoras financeiras precisam que seus servidores executem  transações o mais rápido possível. Mesmo alguns milisegundos poderiam  oferecer uma vantagem competitiva em negociações de bilhonárias  realizadas todos os dias. Esta intensidade criou um viveiro de inovação  que não poderia ser facilmente encapsulado em ciclos de lançamento em  vários anos, explicou Lameter.</p>
<p>&#8220;As corretoras viram que as soluções de mais baixa latência só seriam  possíveis com o Linux&#8221;, declarou Lameter. &#8220;O Unix mais velhos não  podiam ser tão rápidos quanto Linux.&#8221;</p>
<p>Um atributo importante foi a pilha TCP / IP, a configuração que  determina a rapidez de uma mensagem passada entre os dois sistemas.  Outro atributo interessante é o agendamento, o que garante que um  processo – como a realização de uma compra, por exemplo – não seja  interrompido depois de iniciado. Por último, graças a um exército de  desenvolvedores voluntários, o Linux pôde oferecer drivers para novos  hardwares mais rápido que os grandes fornecedores Unix.</p>
<p>O Linux também ofereceu as corretoras financeiras a capacidade de  modificar o código fonte do OS para uma velocidade de desempenho ainda  maior, segundo Lameter. &#8220;Depende do quão ousada a troca for&#8221;, afirmou  Lameter, ressaltando que a NASDAQ usa uma versão modificada da  distribuição <strong>Linux Gentoo</strong>.</p>
<p>Outras bolsas usam distribuições fora da prateleira e pagam  consultores para ajustar as configurações para o máximo desempenho. A  Red Hat Enterprise Linux agora é a distribuição Linux dominante entre as  corretoras, Lameter disse. Ela tem entre seus clientes as bolsa de  Chicago, Nova York, Frankfurt, Eurex, de derivativos de câmbio, e Bolsa  de Valores das Filipinas.</p>
<p>A Microsoft ainda não fez incursões importantes neste mercado.  Lameter afirmou que &#8220;o Windows é mais relegado para o back office&#8221;. Ele  diise que o OS geralmente tem maior tempo de latência do que o Linux, e  observou que em 2009, a Bolsa de Londres tentou e abandonou servidores  com Windows.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Joab Jackson, IDG News Service]</p>
<div style="float: right; margin-left: 10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http://www.stillolivre.com.br/linux-o-rei-de-wall-street&via=stillolivre&text=Linux , o rei de Wall Street&related=Stillolivre:Assessoria em Turismo e Informática&lang=en&count=horizontal" class="twitter-share-button">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Será que Facebook e Google+ poderão coexistir?</title>
		<link>http://www.stillolivre.com.br/sera-que-facebook-e-google-poderao-coexistir</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google+]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[MySpace]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Uns veem o Google+ como &#8220;Facebook killer&#8221;; outros dizem que a guerra entre as empresas levará à destruição mútua. Quem estará certo? Como óleo e água, ou pão e manteiga? O Google+, mais nova iniciativa da gigante da Internet, tem atraído uma boa dose de especulação sobre sua suposta condição de “Facebook killer”. A morte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-389" title="Facebook vs Google" src="http://www.stillolivre.com.br/wp-content/uploads/2011/07/facebook-vs-google.gif" alt="Facebook versus Google" width="200" height="145" />Uns veem o <strong>Google+</strong> como &#8220;<strong>Facebook</strong> killer&#8221;; outros dizem que a guerra entre as empresas levará à destruição  mútua. Quem estará certo?</p>
<p><strong>Como óleo e água</strong>, ou <strong>pão e manteiga</strong>? O Google+, mais nova iniciativa da gigante da Internet, tem atraído uma boa dose de especulação sobre sua suposta condição de “Facebook killer”.</p>
<p>A morte do <strong>MySpace</strong> parece indicar que as pessoas têm espaço em suas vidas para apenas uma rede social, apenas uma página de perfil. Afinal, em quantos lugares diferentes você precisa anunciar que curte determinado programa de TV? Quantos lugares diferentes são necessários para compartilhar o que anda pensando?</p>
<p>Por outro lado, o <strong>Twitter</strong> provou que o “social” pode vir em diferentes formatos – e 140 caracteres é mais apropriado para certos  recados que para outros. O Twitter também permite aos usuários  republicar certos posts em sua página no Facebook, se quiser – o que significa que, se as redes  sociais puderem conter seu ímpeto de tratar esse negócio como um jogo de soma  zero, todos poderão ganhar.<span id="more-388"></span></p>
<p>Sim, Google e Facebook não têm sido bons meninos ultimamente e provavelmente não mudarão de atitude agora. A Google tem tentado indexar as páginas públicas do Facebook para inclui-las em suas buscas. Isso provocou a ira do Facebook, que recentemente contratou uma empresa de relações públicas para sujar a imagem da Google na imprensa. E a recente parceria do Facebook com a Skype para competir com o Hangout do Google+ sugere que cada gigante da Internet tem a outra como pedra em seus sapatos.</p>
<h3><strong>Teoria 1: Coexistência independente</strong></h3>
<p>Embora a guerra entre as empresas pareça iminente (se é que ela já não começou), o presidente executivo da Google (e ex-CEO) Eric Schmidt pensa que há pleno espaço para as duas companhias existirem de forma independente. De acordo com um artigo publicado em 7 de julho pela Reuters, Schmidt disse que o Google+ terá tanto sucesso quanto o Facebook e o Twitter porque 1) a demanda por inscrições no Google+ é alta e 2) o recurso de videochat com várias pessoas, oferecido pelo Hangouts, é muito popular entre jovens.</p>
<p>Em se tratando de Schmidt, a resposta soa bastante familiar. Em 2005, o executivo afirmou ao programa de TV “60 Minutos” que a Google acreditava que poderia coexistir com o (à época) novo serviço de buscas da Microsoft, o Bing.</p>
<p>Dado o tamanho e a precisão das buscas do Google, a empresa parece nunca quebrar uma promessa em público, insistindo que serviços idênticos possam existir em paralelo. Mas esse discurso pode ser apenas uma peça de relações públicas: Google e Microsoft competem corpo a corpo pelos dólares da publicidade em buscas, assim como Facebook e Google+ farão na arena das redes sociais. Em junho, a Comissão Federal de Comércio dos EUA deu início a um inquérito antitruste sobre as práticas da Google, evidenciando a preocupação de que a empresa possa exercer controle excessivo sobre o que nós vemos na web.</p>
<p>Embora se confrontem, Google e Facebook têm amplas bases de usuários (e uma base potencialmente massiva no caso do Google+). Assim, é muito provável que as duas possam coexistir. Empresas pequenas como a LiveChat, que produz software para atendimento a clientes por videochat, preveem  que ambas as redes sociais terão sucesso e já reorganizam suas estratégias de acordo. Mariusz Cieply, CEO da LiveChat, afirma que sua empresa espera oferecer seus serviços tanto pelo Facebook quanto via Google+ num futuro próximo. Assim, as empresas poderão, por exemplo, fornecer suporte técnico pós-venda com vídeo tanto pelo Facebook como pelo Google Hangouts. “Será ótimo ter os dois”, dis Cieply. “Nós começaremos com o Facebook, mas vemos uma enorme oportunidade no Google Hangouts.”</p>
<p>A ideia de que Google+ e Facebook possam oferecer às pessoas diferentes tipos de mídia social e, portanto, coexistir sem hostilidade não é assim tão maluca. As pessoas têm canais no YouTube, perfis no Twitter, screen names no AIM, álbuns no Flickr, páginas no Tumblr. Por que não haveria espaço para mais um?</p>
<h3><strong>Teoria 2: Coexistência via cooperação</strong></h3>
<p>Muitos especialistas do setor acreditam que a capacidade do Google+ e do Facebook de coexistir dependerá de como as empresas permitirão conexões mútuas. Jason Shellen, chefe de produtos AIM na AOL, vê a batalha Google+ versus Facebook de forma familiar – afinal, o AIM coexistiu com o MSN Messenger e agora tenta reinventar a si mesmo para competir com o chat do Facebook e o Gchat (o bate-papo do Google Mail), permitindo que os usuários façam bate-papos de vídeo sem qualquer login ou conta além de uma URL gerada pela AOL – e o AIM espera que essa URL seja compartilhada e incluída nos murais do Facebook e do Google+.</p>
<p>“Nós fizemos a coisa de tal forma que você poderá ir ao Gchat e adicionar um buddy no AIM”, diz Shellen sobre a estratégia de coexistência do AIM. “Nós combinamos e conversamos juntos; algumas vezes esse aparente ‘jardim murado’ não precisa ser tão árduo.” Isso certamente funcionou para o Twitter, cujas hashtags e tuítes de 140 caracteres podem ser incluídos em praticamente qualquer outro hub de mídia social, do Facebook aos canais YouTube.</p>
<p>Neste aspecto, contudo, o Google+ tem uma desvantagem. No mesmo artigo recente da Reuters mencionado anteriormente, Eric Schmidt, da Google, admitiu que as conversas com o Facebook para permitir a importação de amigos do Facebook para o Google terminou em impasse, e as negociações com o Twitter para integrar seus serviços também fracassaram. Isso torna o Google+ um tanto menos conveniente para pessoas que gostam de associar seus vários perfis.</p>
<p>Mas o outro perdedor na tentativa falha de integração da Google é o Facebook, já que a Google tem uma enorme base de usuários (incluindo gente que usa Gmail, Google Checkouts ou Picasa, por exemplo), e o Facebook tem se posicionado de forma incisiva contra a enxurrada de notícias negativas que informavam sobre o crescente desejo dos usuários de Facebook de migrar para o Google+ caso tivessem de escolher entre um ou outro.</p>
<h3><strong>Teoria 3: Só pode haver um único sobrevivente</strong></h3>
<p>A mentalidade “Uma rede social para governar a todos” pode estar certa à medida que os consumidores ficarem mais espertos sobre como lidar com mídia social. Judy Shapiro, blogueira da AdAge e CEO da EngageSimply, uma empresa de marketing de tecnologia, afirma que tanto o Facebook como o Google+ estão em guerra e os consumidores vão escolher o vitorioso com base em políticas de privacidade ou na capacidade de conseguir sair de uma das redes sociais. “O Google+ é apenas a tentativa da Google de ser o Facebook, e o Facebook tem tido sua parcela de tentar ser o Google”, diz Shapiro.</p>
<p>No começo, a Google buscou um jeito de fazer dinheiro com anúncios e o Facebook tinha dados sociais. A Google parece sentir que o melhor jeito de melhorar sua precisão nos resultados de busca é integrar dados sociais, algo que tentou fazer em 2010 quando comprou a Aardvark, uma empresa que dava respostas a questões com base nas preferências dos amigos e seguidores do usuário. De sua parte, o Facebook tem construído gradualmente uma plataforma on-site que permite aos anunciantes enviar anúncios dirigidos com base nos dados pessoais e de preferência dos usuários. Ele também fechou uma parceria com o Bing para gerar receita sobre todos os seus dados sociais.</p>
<p>Mas Shapiro argumenta que a convergência sobre o que Google e Facebook podem fazer não cria simplesmente um êxodo em massa de uma rede social para outra; ela pode levar à destruição mútua. “Quanto mais precisa uma rede é [para atingir um usuário com anúncios dirigidos], mais resistente seremos a ela”, diz. “Se você casar a força das buscas que a Google tem com a base comportamental de mídia social que o Facebook tem, serão dois golpes em um. Mas nossa privacidade será o dano colateral.”</p>
<p>No futuro, poderemos ser mais capazes de buscar alternativas que permitam compartilhar informações com amigos e família e, ao mesmo tempo, evitar compartilhar dados com empresas que têm um interesse acima do razoável em monetizar nossos dados.</p>
<div>(Megan Geuss)</div>
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