Facebook equivale a 3 em cada 4 minutos passados online em redes sociais

 

2012 vai ser o ano das redes sociais, com sites que chegam a 1,2 bilhão de usuários, 82% da população online do mundo.

Um relatório recente afasta qualquer dúvida sobre a influência do Facebook, Twitter, LinkedIn e outras redes sociais com a revelação de que esses sites contam por quase 1 em cada 5 minutos online.

Segundo o relatório, o Facebook alcança mais da metade da audiência global do mundo (55%), sendo responsável por aproximadamente 3 em cada 4 minutos gastos em sites de redes sociais e 1 em cada 7 minutos gastos online em todo o mundo.

Seu domínio no mundo é muito grande, com apenas sete países onde não tem a maior audiência nesta categoria: Brasil, Japão, Polônia, Rússia, Coreia do Sul, Vietnã e China (sendo que alguns desses países bloqueiam o site).

Junto com o Facebook, o Twitter é uma força a ser contada que atinge 1 em cada 10 utilizadores da internet em todo o mundo, se classificando entre as redes sociais mais tops, com uma taxa de crescimento impressionante de 59% em relação ao ano passado. Seu equivalente chinês, Sina Weibo, apresentou o maior crescimento (181%) desde outubro de 2010.

O relatório também mostra o alcance das redes sociais em diferentes grupos etários, e revela que o grupo com o maior ganho é o de 55 anos, com quase 80% conectados a esses sites, em comparação com um pouco mais de 70% em julho de 2010.

Ainda assim, os mais jovens ainda tendem a gastar mais tempo na mídia social, com mulheres de 15 a 24 anos gastando 8,6 horas em média (1,1 horas a mais do que seus colegas do sexo masculino) na internet.

E mais pessoas estão usando seus celulares para navegar nesses sites. As duas principais atividades são ler as mensagens de amigos pessoais e atualizar status.

O Google + é mencionado no relatório como um “disruptor” potencial para a ordem mundial de rede social, com seus 65 milhões de visitantes globais, ou 5% da audiência global de redes sociais.

 

[MSNBC]

Facebook supera Orkut no Brasil

O Facebook teria fechado o mês de agosto com 30 milhões de usuários no Brasil – um milhão a mais que o concorrente Orkut, rede social do Google e líder do segmento no Brasil há sete anos.

Os números foram divulgados pela revista IstoÉ Dinheiro e atribuídos à empresa Ibope Nielsen. Procurado, o Ibope informou que somente repassa os números às empresas contratantes do serviço.

O fato é que o Facebook tem tido crescimento exponencial no Brasil, duplicando de tamanho a cada seis meses. No dia 18 do mês passado, quando oficializou a abertura de seu escritório no Brasil, o vice-presidente do Facebook para América Latina, confirmou que a rede social contava com 25 milhões de usuários no país – 5 milhões a menos do que o informado pela revista.

Em agosto do ano passado, a site contava com 10 milhões de usuários, segundo o diretor de crescimento internacional do Facebook, Javier Olivan.

No mundo todo, a rede social criada por Mark Zuckerberg, em 2004, supera a marca de 750 milhões de usuários. Em resposta, o Google foca suas atenções na Plus, nova tentativa da empresa de adentrar o mercado das redes sociais.

[Info]

Será que Facebook e Google+ poderão coexistir?

Facebook versus GoogleUns veem o Google+ como “Facebook killer”; outros dizem que a guerra entre as empresas levará à destruição mútua. Quem estará certo?

Como óleo e água, ou pão e manteiga? O Google+, mais nova iniciativa da gigante da Internet, tem atraído uma boa dose de especulação sobre sua suposta condição de “Facebook killer”.

A morte do MySpace parece indicar que as pessoas têm espaço em suas vidas para apenas uma rede social, apenas uma página de perfil. Afinal, em quantos lugares diferentes você precisa anunciar que curte determinado programa de TV? Quantos lugares diferentes são necessários para compartilhar o que anda pensando?

Por outro lado, o Twitter provou que o “social” pode vir em diferentes formatos – e 140 caracteres é mais apropriado para certos recados que para outros. O Twitter também permite aos usuários republicar certos posts em sua página no Facebook, se quiser – o que significa que, se as redes sociais puderem conter seu ímpeto de tratar esse negócio como um jogo de soma zero, todos poderão ganhar.
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